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«Fausto, este é o Tom!»

Era dia dos namorados e os The Gift tocavam no Olga Cadaval. Pese a minha falta de cultura musical, era a segunda vez que os ouvia ao vivo apesar de, quando a Sofia me disse que talvez conseguisse os bilhetes e me perguntou se gostava, disse que não os conhecia. Só mais tarde me recordei de que num dia longínquo de Rock in Rio em que fui ouvir Bryan Adams e Stevie Wonder sob uma chuva irritante e uma dor de costas ainda pior (os pingos haviam cagado o recinto, pelo que não me pude sentar, e o cegueta atrasou-se uma hora, só começando a tocar à uma da madrugada!) apanhei, ao final da tarde, uma hora de concerto da banda de Alcobaça, creio que no palco principal (embora não o possa garantir), e constatei que uma ou duas canções “até me eram familiares”! A sala estava escura e os lugares eram perfeitos: centrais, na primeira fila do balcão, piso um, com espaço para esticar as pernas sem perda de visibilidade devido a um qualquer corrimão ali plantado pelo génio, mais artístico do que prát…

Última Impressão da Quarentena

Sempre há uma primeira vez

Diário de Quarentena (II)

Diário de Quarentena (I)

Lisboa, 2001

O Longo Caminho para Casa