sexta-feira, 1 de junho de 2012

É o que temos...

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Não há adjectivos para exprimir o quão escandaloso isto é...

E a culpa vai morrer solteira ou então será algum "pequenino" a pagar... e todos acharemos isto uma vergonha, faremos barulho, etc... e passado algum tempo, encolheremos os ombros, como se o tempo apagasse um crime por si só.


As escutas, se existirem, serão destruídas por ordem de algum iluminado em nome da "transparência" e do "estado de direito" e outras alarvidades do género.


Os visados, ou como forma de "fugirem com o rabo à seringa", ou quando estiverem "a salvo", processarão quem os acusou e, ou o processo se perderá no tempo infinito que demoram os processos judiciais em Portugal (isto na melhor das hipóteses), ou ainda receberão uma indeminização, seja do estado ou do acusador, numa deturpação total quer da moral quer do funcionamento das instituições que deveriam servir para proteger os inocentes, vigarizados, ofendidos, etc... mas servem, quase exclusivamente para "premiar" quem, impunemente, prevarica, escudando-se muitas vezes na imunidade parlamentar (isto quando não fogem para Cabo Verde, Paris ou Londres).


É o que temos, o que vamos tendo e o que continuaremos a ter.

A esperança na mudança parece-me cada vez mais uma ilusão.

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